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Google TV Ads entra no ar

Como era de se esperar a inovação não virá das empresas de TV, claro que as grandes redes de TV não estão interessadas em abrir suas redes e suas janelas de advertising para que seja possível a veiculação de um spot de propaganda que participou de um leilão online para definição de seu preço. E mais um agravante é o fato de que o anunciante não tenha comprado diretamente de seus departamentos comerciais, mas mais uma vez o Google veio mostrar o que se pode fazer para mudar os conceitos e os paradigmas.

Mesmo que a maioria das empresas de TV nunca fechem em parceria com o Google para mostrar os Google TV Ads (porque não fazer isso para os horários da madrugada, por exemplo, pelo menos para testar), a interface e a facilidade de criar uma campanha apenas acessando algumas páginas através de um Browser é fantástica e acho que toda empresa de TV deveria tomar isso como exemplo e pensar em modernizar seus sistemas de atendimento as agências e parceiros comerciais.

Por enquanto, os comerciais do Google estão sendo veiculados em mais de 125 canais via Dish Network, segunda maior broadcaster via satélite dos Estados Unidos. Entre os primeiros a anunciar através da nova plataforma estão nomes de peso como Intel, E*trade, Financial Corp e 1-800-flowers.com Inc

Se vc trabalha em uma empresa de TV este video abaixo é um MUST HAVE.

http://www.google.com/adwords/tvads/

Simplesmente fantástico, mas concordo totalmente Merrill Brown, que foi Editor Chefe do MSNBC.com, quando ele diz que as empresas de mídia tem uma grande barreira quando o assunto é inovação e quando se fala de advertising a barreira é MUITO grande, imagine então quando se fala de advertising na TV. :-)

Merrill comenta o caso do fracasso da startup Backfence.com, site especializado em hyperlocal news:

One of the big reasons why the startup failed is that it did not offer “self service” advertising tools that made it super easy for local companies to create and deploy ads. Instead, Backfence had to rely on a pre-1999 business model of sending a sales force door-to-door in the local communities that it served.

Sem comentários.

Adobe lança projeto para abrir o SWF e FLV

A Adobe anunciou hoje que vai iniciar um novo projeto Open Source, chamado Open Screen Project que tem a missão de abrir os formatos SWF e FLV/F4V, o grande foco é facilitar a adoção dos formatos da Adobe em outros aparelhos que não sejam o PC, como Set Top boxes e dispositivos móveis.

Grandes nomes estão apoiando este projeto, como Nokia, Motorola, LG, Samsung, Universal, Toshiba, entre várias outras.

Entre as iniciativas do projeto esta liberação de pagamento de royalties pelo uso dos formatos, o que vai com certeza tornar a vida dos fabricantes de aparelhos celulares muito mais fácil por conseqüência tornar o Flash Player mais popular nestes aparelhos, é uma excelente receita para a Adobe que já deve ter enchido os bolsos de dinheiro licenciando o Flash Player Lite para empresas como a Nokia, quanto deveria ser por aparelho? Talvez alguns cents de dólar por aparelho vendido com o software da Adobe, o que já é um excelente negócio considerando a quantidade de aparelhos vendidos mundialmente.

Além da liberação do pagamento de royalties também haverá a abertura dos formatos SFW e FLV/F4V, pra quem ainda não sabe o que é isso:

  • The SWF file format specification is used to deliver vector graphics, text, video, sound, and interactivity via Adobe Flash Player and Adobe AIR.
  • The FLV/F4V specification documents the file formats for storing media content used to deliver audio and video for playback in Adobe Flash Player and Adobe AIR.

Screens with flash

Isso vai facilitar muito a vida de empresas de hardware, pois poderão implementar suporte a Flash Video e Animações Flash em seus projetos de forma mais aberta e sem ter de fazer engenharia reversa. Aqui abre-se uma bela oportunidade para seu uso em set top boxes e os mais variados aparelhos, que geralmente possuem uma interface de uso tenebrosa e podem se valer das funcionalidades vetoriais do Flash para criar interfaces mais fluidas além da chance de suportar o container FLV, no entanto o licenciamento do codec de video deve ser feito a parte, pois a Adobe utiliza codecs de mercado: Sorenson, VP6 e H.264.

Isso faz muito sentido com a estratégia que a Adobe vem fazendo com os desktops, afinal ela sempre distribuiu o Flash Player de graça nesta plataforma e agora esta estendendo a prática para outros aparelhos e facilitando a vida de quem constrói estes dispositivos abrindo o formato publicamente. Isso vai garantir a hegemonia das tecnologias da Adobe em milhões de outros devices, afinal a empresa ganha dinheiro $$ é nos softwares de autoria e servidores (Photoshop, Dreamweaver, Premiere, Flash Professional, Flash Media Server, etc) e para construir SWFs e distribuir FLVs via streaming será necessário comprar estes softwares ( o Protocolo RTMP não esta sendo aberto e é o coração da distribuição de video streaming da Adobe).

Vídeo da Lenovo Sacaneando o Macbook Air

Abaixo tem um video bem legal de sátira do Macbook Air, nao parece ser um vídeo oficial da Lenovo, mas achei engraçado.


O principal ponto do video é mostrar que o Macbook Air é bem limitado em termos de expansão e que vc precisa ficar carregando tudo como Add-ons.

Só que a total tosqueira do Lenovo X300, que mais parece um livro contábil :-) mais o Vista que vem com ele é o que mata (claro que tudo se resolve com um Ubuntu + Compiz)

IAB apresenta proposta de comerciais em vídeo

O  IAB anunciou alguns dias atrás que esta abrindo para comentários seus guidelines para formatos de propaganda em vídeo na Internet. Os objetivos segundo o IAB são:

  • Simplificar a compra e distribuição de propagandas em video, definindo algumas especificações minimamente comuns para video, overlay e companion ads
  • Mais eficiencia nas operações com um padrão de peças
  • Definir um padrão de interação, que visa “facilitar” a vida do consumidor.

IAB video ads

Seguem as palavras de Randall Rothenberg, o CEO da IAB :

“Digital video has matured beyond the experimentation stage, and continues to be one of the most exciting platforms within the interactive landscape. The creation of these formats and guidelines will allow digital video to continue to flourish on two levels– creativity and marketplace efficiency.”

O IAB lançou em 2005 um guideline para propagandas em vídeo, mas as recomendações não colaram, será que agora vai? O PDF até que esta bem escrito e é bem simples, tentando regulamentar o que os grandes players (YouTube, Yahoo, MSN, etc) do mercado definindo com relação a comerciais em vídeo online.

Aqui segue o link para baixar o draft:

Por dentro do Blip.tv

Vídeo bem legal, que mostra um pouco do escritório da Blip.TV, uma “start up” focada em UGC (User Generated Content), um tipo de YouTube, só que mais com cara de Vimeo e mais nichada, eles não tem interesse em competir com o YouTube.

Eles tem uma ducha no escritório :-)